Para Boal (1996), em uma sessão do Teatro do Oprimido, não há espectadores, mas
observadores ativos. Nela, há dois princípios fundamentais: ajudar o espectador a se transformar em
protagonista da ação dramática para, depois, extrapolar para sua vida real as ações que ele repetiu
na prática teatral. Para efetuar essas tarefas primordiais, o Teatro do Oprimido, de modo geral, e o
procedimento de sua oficina teatral denominada “O tira na cabeça” propõem três hipóteses
fundamentais. São elas:
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