As fraturas isoladas do palato são raras, mas 8% a 13% das fraturas Le Fort
tornam-se complicadas pela presença de fraturas palatais concomitantes. A maioria dos pacientes
apresenta, nessa condição, notáveis sinais e sintomas de fratura palatal. As indicações da presença
desse tipo de fratura no exame clínico incluem lacerações do lábio e de gengiva e palato. Uma
alteração na oclusão também é frequentemente notada, com o segmento maxilar deslocado
anterolateralmente. O diagnóstico é confirmado por uma TC maxilofacial com cortes axial e coronal.
Conforme a classificação das fraturas palatais com base na localização anatômica da fratura, proposta
por Hendrickson et al. (1998), a fratura parasagital (padrão de fratura mais comum em adultos –
63%), por causa do osso fino parassagitalmente, que difere da fratura alvéolo anterior pela inclusão
do canino maxilar, é do tipo:
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