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#2929573

À mesma temperatura e para um mesmo tipo de material, é interessante acompanhar os efeitos da variação no estado de tensões sobre os estilos de deformação das amostras, como ilustra a sequência abaixo, na qual se observam, da esquerda para a direita, a) fraturamento longitudinal a p = 0.1 MPa, b) fratura de cisalhamento simples a p = 3.5 MPa, c) transição rúptil-dúctil a p = 35 MPa, com fraturas conjugadas e d) fluxo dúctil a p = 100MPa.
Imagem associada para resolução da questão

TWISS, Robert; MOORES, Eldridge Structural geology. NY: W.H. Freeman and Company, 1992, p. 175.

Assinale a alternativa que compreende uma assertiva CORRETA sobre o comportamento geológico de materiais rochosos.

  • A ocorrência de fraturas perceptíveis ao exame macroscópico torna imprescindível avaliar sua interação, na forma de redes complexamente associadas, com microfraturas inter- e intracristalinas ou inter- e intragranulares, as quais potencializam a ação de outros processos.
  • Comportamentos transicionais rúptil-dúctil e dúctil-rúptil tipificam ambientes crustais em que a tensão principal σ1 tende a se igualar às tensões secundárias σ2 = σ3, ou seja, ambientes em que o stress tende a passar de triaxial (σ1 >> σ2 >> σ3) a uniaxial (σ1 ≈ σ2 ≈ σ3).
  • Microfraturas intracristalinas frequentemente se associam para conferir xistosidade às rochas, como se verifica, por exemplo, quando a conjugação dos planos de clivagem perfeita de feldspatos confere bandamento a gneisses em diversas escalas.
  • O comportamento rúptil se verifica mais usualmente em rochas de composição heterogênea, pois a interação dos diferentes módulos de deformação que caracterizam cada mineral impede a deformação homogênea dos maciços.
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