Mauro era um homem muito generoso e reiteradamente doava
seus bens aos filhos. Depois que faleceu, em 2019, no âmbito do
processo de inventário, verificou-se a necessidade de
acertamento das legítimas, justamente pela colação de bens.
Nesse caso, considerando que doara um apartamento para
Gildinho, seu primogênito, em 1997; um haras para sua filha do
meio, Roberta, em 2007; e um carro conversível para seu caçula,
Maurinho, em 2017, a colação deverá considerar:
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