Durante uma aula de Filosofia no 2º ano do Ensino Médio, o
professor a imagens de um edifício emblemático do brutalismo
brasileiro.
Fonte: Foto por Felipe Lavignatti para o Arte Fora do Museu -
www.arteforadomuseu.com.br
Alguns estudantes estranham o estilo e comentam que ele “não
parece bonito”, ao que o professor aproveita para propor uma
reflexão: “É possível pensar a beleza de uma obra que não busca
agradar, mas impactar?” Em seguida, ele apresenta a concepção
de beleza em Aristóteles, fundamentada nos princípios de
harmonia, proporção e finalidade, e propõe aos estudantes uma
reflexão sobre se – e de que modo – esses critérios podem ser
aplicados à arquitetura contemporânea.
Ao relacionar uma obra arquitetônica contemporânea com a
concepção clássica de beleza, o professor está promovendo uma
abordagem filosófica voltada para: