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#3719270

Paciente de 22 anos, nulípara, foi submetida a esvaziamento uterino indicado por ultrassonografia compatível com mola hidatiforme. Estava assintomática, com útero aumentado e exame de gonadotrofina coriônica humana (hCG) de 320.000 UI/L no dia do esvaziamento uterino. No seguimento pós-molar ambulatorial, foram obtidas as seguintes dosagens hCG: Semana 1: 42.000 UI/L. Semana 2: 43.100 UI/L. Semana 3: 46.500 UI/L. Semana 4: 51.700 UI/L. Nesse momento, ultrassonografia transvaginal não mostra conteúdo intracavitário, mas exibe vascularização miometrial aumentada. A paciente permanece assintomática e com exame físico normal. RX de tórax normal.

A melhor conduta para esse caso é

  • aguardar nova série de beta-hCG para confirmar a elevação sustentada.
  • realizar biópsia uterina para comprovar histologicamente a presença de neoplasia trofoblástica antes de iniciar qualquer tratamento.
  • indicar histerectomia como forma terapêutica definitiva, pois a elevação de hCG é sinal de invasão miometrial.
  • iniciar quimioterapia, mesmo sem histopatológico que confirme a neoplasia trofoblástica.
  • continuar com seguimento ambulatorial, pois flutuações leves do hCG são esperadas nas primeiras semanas após o esvaziamento uterino molar.
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