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#3719266

Gestante de 30 anos, G2P1, com 31 semanas e 2 dias, deu entrada na maternidade há 48 horas com diagnóstico de perda de líquido amniótico por rotura da bolsa amniótica. Foi internada e iniciou antibiótico profilático e corticosteroide para maturação pulmonar fetal. Nas últimas 12 horas, passou a apresentar febre (pico de 38,9 oC), taquicardia materna (FC 122 bpm), taquicardia fetal (FC 175 bpm) e queixa de dor à palpação uterina difusa. Refere também calafrios e liberação de conteúdo vaginal amarelado. O útero se apresenta discretamente hipertônico à palpação. Exames laboratoriais: leucócitos: 17.200/mm³ (com desvio à esquerda), PCR: 9,8 mg/dL. Urina 1: sem alterações. Cardiotocografia: traçado com linha de base de 175 bpm, variabilidade diminuída, sem acelerações, sem desacelerações.

A conduta mais apropriada para o caso é

  • manter corticoterapia e antibiótico, iniciar tocolítico e aguardar até completar 34 semanas para interrupção da gestação.
  • realizar amniocentese para confirmar infecção intrauterina antes de decidir pela via de parto.
  • indicar interrupção imediata da gestação, independentemente da idade gestacional.
  • aguardar espontaneamente a evolução para trabalho de parto, mantendo antibióticos e vigilância intensiva.
  • indicar cesariana de urgência, pois é a única via segura para o feto em casos de infecção intrauterina confirmada.
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