Atenção! O caso clínico a seguir refere-se à próxima questão.
Paciente homem, 41 anos, 65kg, sem antecedentes relevantes,
transferido a UTI de hospital em Cuiabá proveniente de uma UPA
no interior do estado de Mato Grosso com o diagnóstico de
choque séptico de foco cutâneo, após trauma fechado (bolada) na
perna direita há dois dias.
À admissão na UTI, paciente encontra-se em regular estado geral,
FR 28ipm e SatO2 97% em ar ambiente, apresentando FC 130bpm
e PAM 65mmHg às custas de noradrenalina 0,2mcg/kg/min via
acesso venoso central. Vem ainda com sonda vesical de demora,
com débito urinário de 600mL nas últimas 8h. Exames neurológico
e abdominal sem alterações. Queixa-se de dor muito importante
no membro acometido, mantida após 2mg de morfina e 2g de
dipirona, infundidas na ambulância. Exibe lesão arroxeada mal
delimitada na perna direita de cerca de 7cm, porém não há
presença de gás ou crepitação à palpação.
Recebeu na UPA, além da analgesia e da droga vasoativa, ringer
lactato 2L, ceftriaxona 2g e clindamicina 600mg. À admissão,
realizado ecocardiograma à beira-leito com ventrículo esquerdo
hiperdinâmico e colabamento inspiratório maior que 50% da veia
cava inferior.
Para esse paciente, indique a conduta mais importante nesse
momento.
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