
A principal característica dessa dança é a batida dos porretes uns
contra os outros em determinados trechos da música, que é
cantada e acompanhada pela batida do atabaque.
No final de cada frase musical, dois dançarinos cruzam os porretes
batendo-os dois a dois: eles simulam um combate no interior de
um círculo, em cuja parte central está o chefe, o qual “ataca” todos
os participantes, uma vez que passa por todos e escolhe um
“lutador” experiente para travar um “duelo”. Nas apresentações,
os dançarinos costumam usar saias feitas de sisal, além de pintura
corporal.
A imagem e a descrição se referem a uma dança popular
tradicional, presente nas comunidades quilombolas do Tocantins,
conhecida como