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#3322193

Mulher de 67 anos, ex-tabagista, 21 maços-ano que interrompeu o tabagismo há 7 anos, é internada por dispneia aguda e diagnosticada com tromboembolismo pulmonar (TEP).

Durante a investigação diagnóstica com tomografias, foi encontrada massa no lobo superior direito de 4cm, com linfonodomegalias hilares de até 3cm e lesões ósseas, hepáticas e no pulmão contralateral compatíveis com lesões secundárias. A biópsia da lesão pulmonar guiada por tomografia revelou adenocarcinoma TTF-1 positivo, napsina A positiva e p63 negativo com ressonância nuclear magnética de crânio sem anormalidades e ECOG 1.

Após o tratamento do TEP com anticoagulação e compensação clínica, assinale a sequência de abordagem diagnóstica / terapêutica menos adequada para esse paciente.

  • A combinação de paclitaxel, carboplatina, atezolizumabe e bevacizumabe é uma opção, independentemente dos níveis de PDL-1 e caso não se encontre nenhuma mutação acionável.
  • Caso não seja identificada nenhuma mutação acionável, o uso do pembrolizumabe em combinação com a carboplatina e pemetrexede, pode ser indicado como primeira linha de tratamento, independentemente dos níveis de PDL-1.
  • Se não for identificada nenhuma mutação acionável e o PDL-1≥50%, pembrolizumabe como agente único pode ser uma opção na primeira linha de tratamento.
  • Caso o PDL-1 seja≥50%, não se faz necessário proceder à pesquisa de mutações acionáveis ou mesmo esperar seus resultados, que costumam ser mais demorados. Deve-se iniciar o tratamento com pembrolizumabe isolado.
  • Deve-se realizar a pesquisa de mutações acionáveis no tumor e, caso alguma mutação seja assinalada, o tratamento deve ser alvo-dirigido, mesmo que o PDL-1 seja positivo e≥50%.
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