“Em toda e qualquer sociedade nacional moderna é possível
identificar a existência de modalidades de discurso de patrimônio
em competição para representar com autenticidade a identidade e
a memória da coletividade. Esses discursos de opõem entre si e
disputam lugares de legitimidade. No contexto brasileiro, esses
discursos assumiram, esquematicamente falando, duas
modalidades: uma delas, a que estou chamando de ‘discurso da
monumentalidade’; a outra a que poderíamos nomear como
"discurso do cotidiano”.(Gonçalves, José Reginaldo. Monumentalidade e cotidiano: os patrimônios culturais
como gênero de discurso". In: Lippi, Lucia. Cidade: História e Desafio. Rio de Janeiro:
FGV Editora, 2002, p.117) A partir da relação dialógica entre monumentalidade-cotidiano, o
professor da UFRJ José Reginaldo Gonçalves discute as seguintes
oposições centrais nas narrativas do patrimônio.
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