Rafael, médico do Estado de Santa Catarina, ocupante do cargo
público efetivo de anestesiologista, ministra medicação venosa
para a sedação de Maurício em centro cirúrgico de hospital
público catarinense. Maurício falece em virtude da excessiva dose
do medicamento ministrado, ato culposo de Rafael. Mauro, filho
único de Maurício, ajuíza ação contra Rafael, requerendo
indenização pela morte do pai.
À luz da jurisprudência atual do Supremo Tribunal Federal, a
propositura desta ação é:
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