Nervosos após serem encaminhados à delegacia em razão de
uma briga de rua, Kayke e Pedro, ambos com 18 anos, em
comunhão de ações e desígnios, mediante ameaça ao funcionário
Arthur, quebraram duas cadeiras que eram bens do patrimônio
público. Após os ânimos se acalmarem, Arthur prestou
declarações sobre o ocorrido. Afirmou ter interesse em ver Pedro
responsabilizado criminalmente pelos seus atos, mas não Kayke,
pois o reconheceu como jovem e promissor jogador das
categorias de base do time de futebol para o qual torcia.
Considerando apenas as informações expostas, a autoridade
policial, ao reconhecer a prática do crime de dano qualificado:
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