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#1697359

O Modelo Social da deficiência da primeira geração situa a deficiência como uma forma de opressão que as pessoas com lesões e impedimentos físicos, sensoriais e intelectuais vivenciam em função das barreiras que obstaculizam a participação social delas em igualdade de condições.
Já as autoras feministas da segunda geração integraram outros elementos a esse modelo, como:

  • A experiência da dor, a interseccionalidade da deficiência com outros marcadores sociais, as relações de dependência e interdependência e o cuidado como central na vida dessa população.
  • A interseccionalidade da deficiência com outros marcadores sociais, a lesão no corpo das pessoas como a principal causa da desigualdade social, pois diferentes lesões causam diferentes preconceitos.
  • O conceito da lesão circunscrita ao corpo das pessoas como a principal causa da desigualdade social e das desvantagens vivenciadas por elas, a incorporação dos conceitos de independência dessa população.
  • A relação das dificuldades encontradas pelas pessoas com alguma lesão frente a uma sociedade não preparada e não adaptada às diferenças e diversidades do ser humano, sustentam a ideia central da retirada das barreiras sociais para uma sociedade mais justa.
  • A experiência da dor, a garantia da autonomia e a independência das pessoas com deficiência, acreditam que todas as pessoas com deficiência são capazes de viverem em uma sociedade mais justa, basta as barreiras sociais serem retiradas.
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