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#2329637
Texto da Questão:

Atenção: Considere o poema a seguir para responder à questão.


                    Todo dezembro chove em Macapá

                    Todo dezembro chove em Macapá

                    Mas as águas sempre caem diferente

                    Dentro da gente...


                    Tem vezes que a maré

                    Se ajunta à sinfonia da chuva

                    E o peito fica cheio da canção da água...


                    Havia um tempo que a gente corria pela rua

                    Sonhar era fácil

                    E a gente soltava barcos de papel

                    Só pra ver os pequenos riachos levarem


                    A beleza simples da vida escorria pelos olhos...


                    A noite chegava cedo

                    E a gente podia vencer o medo

                    Do assobio do vento

                    Das chuvas de meia-noite...


                    Agora, o tempo fechou…

                    Mas quem sabe amanhã sorri

                    E nas asas de um bem-te-vi

                    Caiam águas coloridas por um arco-íris...


(Texto com adaptações. ROCHA, Jaci. http://aluanaodorme.blogspot.com)

A leitura da última estrofe permite concluir que o eu lírico

  • sente saudades do tempo em que não tinha medo da chuva.
  • vê nas águas da chuva o prenúncio de dias de recessão.
  • se mostra indignado diante dos estragos provocados pelas águas.
  • se mantém otimista mesmo estando em uma situação difícil.
  • se recusa a pensar no que pode ocorrer quando a tempestade passar.
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