Considere o poema abaixo. Certa senhora Da casa, como de uma caixa fumarenta, saem as sombras, pelos cantos, e envolvem o terraço de onde a tarde, velhinha, sob os muitos vestidos de cigana, desce os batentes segurando-se nos balaústres, e passa pelo jardim, entre as plantas a escurecerem, alcançando a calçada de muitos sapatos voltando. Na rua, sem olhar para trás, à frente de homens e mulheres calados, vejo-a desaparecer no poente. (MELO, Alberto da Cunha. O cão de olhos amarelos & outros poemas inéditos. São Paulo, A Girafa, 2016, p. 208)
No poema,
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