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#2161904

A Portaria n° 2.914, de 12 de dezembro de 2011 estabelece os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. Em seus artigos menciona que a água fornecida deve conter um teor de cloro residual livre de 0,5 mg/L, sendo, no mínimo, 0,2 mg/L de cloro residual livre na extensão do sistema de distribuição (reservatório e rede). O valor máximo em qualquer ponto da rede de abastecimento deve ser de 2 mg/L. Abaixo, tem-se uma tabela dos resultados da análise de cloro residual na água tratada de três cidades (A, B, C) em dois diferentes pontos − estação de tratamento (Ponto I) e reservatório (Ponto II).



Considerando os resultados da tabela, é correto afirmar:

  • Os valores apresentados nos pontos I e II da cidade B mostram valores de cloro residual em desacordo com a Portaria, pois traz riscos à integridade do sistema de tubulação de água que se danifica com o cloro.
  • A cidade A apresenta resultado de análise compatível aos padrões estabelecidos na Portaria e a concentração mínima de cloro garante a inibição de patógenos em todo o percurso da água até às residências.
  • A cidade C apresenta os pontos I e II com teores de cloro residual em desacordo com a Portaria, embora não seja necessária intervenção, pois o cloro adicionado à água tem função de precaução.
  • O motivo para limitar o índice de cloro residual está relacionado ao custo desse composto, que eleva o valor da conta de água dos consumidores e traz problemas de saúde aos trabalhadores da estação de tratamento.
  • O valor expresso no ponto I da cidade B condena toda a água contida na estação e será necessário descartar a água tratada, já que o cloro em excesso não pode ser removido pela adição de compostos químicos.
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