I. O remédio é a gente silenciar, "pondo a modéstia de parte", como dizia o bom Noel.
II. Até eu já posso posar como ladrão de frase.
III. Em todo caso, Noel, desculpe o mau jeito.
IV. A letra de Noel foi esquecida por muita gente, e várias vezes, através dos anos, encabulei ao ganhar elogios pela "minha" frase.
V. Afinal ele escreveu tanta coisa bonita que com certeza não se importaria muito com este pequeno furto.
VI. É que certa vez escrevi: Nasci, modéstia à parte, em Cachoeiro de Itapemirim - mas escrevi parodiando declaradamente uma letra de Noel Rosa sobre Vila Isabel.
Para que o texto de Rubem Braga (Recado de primavera. Rio de Janeiro: Record, 7.ed, 1998, p. 94) seja entendido com lógica e clareza, os parágrafos numerados acima devem ser lidos na seguinte ordem:
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