Recentemente a SBEM (Sociedade
Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) e
a ABESO (Associação Brasileira para o
Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica)
lançaram um documento que tem como
proposta uma nova forma para classificar a
obesidade, baseada na trajetória do peso. A
respeito da proposta, afirma-se:
I - A nova proposta parte do peso máximo que
um indivíduo alcançou na vida. Considera-se
então o quanto de peso o mesmo já perdeu no
passado e calcula-se a porcentagem que essa
perda representaria daquele valor mais alto. II - Para indivíduos com IMC entre 30 e 39,9
kg/m², perdas de peso que representem de 5%
a 10% do valor mais alto alcançado na vida
são classificadas como “obesidade reduzida”
e perdas acima de 10% são classificadas
como “obesidade controlada”.
III - Se tratando de indivíduos com IMC igual
ou maior do que 40kg/m², para a obesidade
ser considerada “obesidade reduzida”, a
perda deve representar mais 10% do peso
mais alto e perdas que ultrapassem 15% do
maior peso alcançado são classificadas como
“obesidade controlada”. IV - Segundo as duas sociedades científicas, o
objetivo da nova classificação consiste na
substituição das classificações já utilizadas
até o presente momento, possibilitando assim
uma avaliação da trajetória do peso do
paciente e não apenas a avaliação do peso
atual.
É correto o que se afirma em:
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