Em pacientes pós-AVC com hemiparesia, a
reabilitação fisioterapêutica tem sido fortemente
associada à promoção da neuroplasticidade, visando à
recuperação motora. A estimulação magnética
transcraniana repetitiva (rTMS) tem ganhado destaque
como uma técnica não invasiva capaz de potencializar
os ganhos motores. Considere um paciente que
apresenta disfunção motora grave no membro superior
direito após um AVC isquêmico, com espasticidade
moderada. Dado o contexto clínico e os princípios de
neuroplasticidade, qual seria a melhor abordagem de
reabilitação para otimizar os resultados funcionais,
integrando a rTMS à reabilitação fisioterapêutica?
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