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#3727589

Pacientes críticos em terapia de substituição renal contínua (TSRC) apresentam perda significativa de aminoácidos no dialisato, estimada em 10–15 g/dia. Diretrizes ESPEN (2021) recomendam aporte proteico elevado, entre 1,5 e 2,0 g/kg/dia, podendo chegar a 2,5 g/kg/dia em situações catabólicas graves. Considerando um paciente de 70 kg, com catabolismo exacerbado, qual estratégia nutricional está mais de acordo com evidências atuais de manejo proteico?

  • Prescrever 0,8 g/kg/dia proteína total, restringir fontes, minimizar azotemia, priorizar controle exclusivo do potássio plasmático sérico.
  • Fornecer 2,0 g/kg/dia proteína total, ajustando perdas dialíticas, assegurar aporte energético adequado, monitorar ureia sérica regularmente.
  • Manter 1,0 g/kg/dia proteína total, não compensar perdas, priorizar dieta hipocalórica, reduzir ingestão proteica para limitar ureia.
  • Prescrever 3,0 g/kg/dia proteína total, hiperalimentar intensivamente, aceitar sobrecarga nitrogenada, desprezar balanço energético negativo.
  • Oferecer apenas aminoácidos essenciais, restringir totais, confiar em síntese endógena, desprezar impacto do dialisato contínuo.
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