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#2979737

Durante um plantão noturno em uma unidade de terapia intensiva (UTI), uma enfermeira percebe que um colega de equipe, que está enfrentando pressão emocional e excesso de trabalho, tem repetidamente negligenciado os cuidados de um paciente em estado crítico. O colega tem deixado de administrar medicamentos importantes no horário prescrito e não está monitorando adequadamente os sinais vitais do paciente, colocando-o em risco de deterioração clínica. A enfermeira está ciente das tensões na equipe e teme que a continuidade dessa conduta possa resultar em danos irreversíveis ao paciente, além de criar um ambiente de trabalho insustentável.
Considerando os princípios éticos e as responsabilidades legais da prática de enfermagem, qual alternativa descreve as ações apropriadas da enfermeira nessa situação? 

  • A enfermeira deve abordar o colega de maneira direta, oferecer apoio emocional e profissional para que ele possa corrigir seu comportamento, evitando relatar à supervisão, para não intensificar o estresse na equipe (Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, 2023).
  • A enfermeira deve relatar imediatamente o comportamento negligente à supervisão da UTI, documentando detalhadamente as omissões, mesmo que o colega esteja passando por dificuldades pessoais, garantindo que o bem-estar do paciente seja a prioridade (COFEN, 2023).
  • A enfermeira pode registrar as omissões no prontuário do paciente e sugerir que o colega busque apoio da equipe de saúde mental, sem necessariamente relatar à supervisão, preservando o sigilo da situação para evitar conflitos dentro da equipe (Legislação Brasileira de Enfermagem, 2023).
  • A enfermeira deve monitorar a situação por alguns dias e observar se o comportamento do colega melhora, relatar apenas se o problema persistir, para evitar agir precipitadamente e criar um ambiente hostil no trabalho (Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, 2023).
  • A enfermeira deve assumir os cuidados do paciente por conta própria, administrando os medicamentos e monitorando os sinais vitais, sem informar a supervisão, para garantir a segurança do paciente enquanto mantém o ambiente de trabalho estável (Legislação Brasileira de Enfermagem, 2023).
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