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A luxação congênita do quadril, também chamada de displasia do quadril, é caracterizada pela perda do contato da cabeça do fêmur com o acetábulo no nascimento, isso ocorre devido a um mal posicionamento intra-uterino que pode levar a uma frouxidão de estruturas como ligamentos e cápsula podendo gerar no parto uma subluxação ou luxação.


Sobre a luxação congênita de quadril, é correto afirmar, EXCETO:

  • Se a fisioterapia for realizada no período em que está utilizando gesso é interessante trabalhar com isometria dos músculos dos membros inferiores dentro do gesso, trabalhando o tronco também.
  • Depois da retirada do gesso tratar com mobilizações ativas, em combinação com exercícios de reforço muscular e reeducação da marcha. Sendo aconselhado a hidroterapia, e exercícios que estimulem as atividades funcionais do corpo.
  • O fisioterapeuta deve estar atento ao ganho de mobilidade para melhora da execução dos movimentos do cotidiano incentivando o trabalho de extensão de quadril, abdominais e movimentos da pelve sobre o fêmur, dessa forma propiciando a ação correta das forças sobre a articulação coxofemoral.
  • Ao observar os dois membros inferiores do paciente com luxação congênita do quadril vê-se que as patelas direita e esquerda se encontram no mesmo nível.
  • Ao tratar no pós-operatório o objetivo da fisioterapia é a recuperação das funções e a prevenção de distúrbios posturais e lesões musculoesqueléticas adotando medidas de prevenção de contraturas, alongamentos e posicionamento adequado.
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