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#2642856

O Ministério da Saúde lançou em 2017 o Manual de Protocolo clínico e Diretrizes Terapêuticas para a Prevenção de Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatites Virais que traz novas condutas terapêuticas, onde se aborda o manejo clínico e indicação para as vias de parto na gestante vivendo com HIV. Desta forma, marque a alternativa INCORRETA de acordo com as novas recomendações.

  • Em Mulheres com Carga Viral desconhecida ou maior de 1.000 cópias/ml após 34 semanas de gestação, a cesárea eletiva a partir de 38 semanas de gestação diminui o risco de Infecção Viral pelo HIV para o feto/neonato.
  • Para gestantes com uso de terapia antiretroviral e com supressão da carga viral de HIV caso não haja indicação de cesárea por outro motivo, a via de parto normal é indicada.
  • Em mulheres com carga viral de HIV < que 1.000 cópias por ml, mas detectável, pode ser realizado o parto vaginal se não houver contraindicação obstétrica. No entanto, o serviço deve estar ciente que essa mulher tem indicação de receber o AZT intravenoso.
  • O AZT injetável é indicado para a prevenção da transmissão vertical e deve ser administrado durante o início do trabalho de parto, ou pelo menos 3 horas antes da cesariana eletiva, até o clampeamento do cordão umbilical.
  • As gestantes infectadas pelo HIV com carga viral desconhecida ou detectável a partir de 38 semanas devem receber o AZT injetável 8 horas antes do parto vaginal ou da cesariana.
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