Paciente do sexo feminino, 64 anos, encaminhada para o
ambulatório de clínica médica com história de tosse
produtiva matinal diária com expectoração em pequena
quantidade e de coloração mucóide há cerca de 3 anos.
Refere ainda dispnéia progressiva. Observou que nos
últimos meses, quando vai efetuar compras na feira (há
menos de 100 metros de seu domicílio), precisa parar várias
vezes por falta de ar. Ex tabagista (dos 15 aos 60 anos de
idade), com uma média de 30 cigarros por dia. Além disso,
residiu em casa com fogão de lenha até os 22 anos de idade.
Nega internações ou uso de antibióticos. Ao exame físico,
paciente responsiva, verbalizando.
Frequência respiratória de 16 incursões por minuto, tórax
com aumento do diâmetro antero-posterior, expansibilidade
diminuída e murmúrio vesicular diminuído difusamente.
Ritmo cardíaco regular, bulhas hipofonéticas, frequência
cardíaca de 89 batimentos por minuto. Pressão arterial de
120x80mmhg. Peso 50kg. Altura 1,65m. Trouxe exames
realizados há aproximadamente 20 dias (radiografia de tórax
abaixo). Espirometria com relação volume expiratório
forçado no primeiro segundo (VEF1) / capacidade vital
forçada (CVF) abaixo de 0,7 e ausência de resposta
significativa a broncodilatador. VEF1 da paciente foi 55% do
valor predito.
Além das medidas não farmacológicas e da prescrição de
broncodilatadores de curta duração de ação como
medicação de resgate, qual das opções abaixo constitui
uma opção apropriada para o tratamento inicial de
manutenção da paciente?
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