Leia os textos e o quadro a seguir.
A primeira política de cotas implantada no Ensino Superior no
Brasil ocorreu em 2003, pela Universidade Estadual do Rio de
Janeiro (UERJ). Do total de vagas para o vestibular de 2004,
20% eram destinadas para alunos da rede pública, 20% para
negros e 5% para deficientes físicos. Os candidatos às cotas
só poderiam concorrer por uma das modalidades, tendo que
comprovar carência financeira, com uma renda máxima de
R$ 300,00 líquidos per capita (ou seja, por pessoa na família),
reajustada anualmente. (...).
SCOVINO, Fernanda. Sistema de cotas no Brasil: deu certo? Disponível em:<https://www.politize.com.br/sistema-de-cotas-no-brasil/> . Acesso em: 4 set.
2022. (Adaptado).
Os dados apurados na UERJ pelos pesquisadores Teresa
Olinda Caminha Bezerra e Claudio Roberto Marques Gurgel
em artigo publicado em 2012 na Revista Pensamento e
Realidade intitulado “A política pública de cotas em
universidades, enquanto instrumento de inclusão social”
avaliam os alunos ingressantes de 2005 e 2006 nos cursos de
Administração, Medicina, Direito, Odontologia, Engenharia
Química e Pedagogia e apresentam-se da seguinte maneira:

Disponível em: <https://revistas.pucsp.br/index.php/pensamentorealidade/article/view/12650/9213>. Acesso em: 19 set. 2022. (Adaptado).
A partir da leitura dos textos e do quadro, com foco no
resultado obtido ao final de cada curso, observa-se que