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#3380557

No TEXTO 2, abaixo, o autor problematiza a definição tradicional de sinonímia como “igualdade de significados”, através das correlações entre as palavras velho e idoso.

TEXTO 2


01 IDOSOS

02 No dia do meu aniversário de 69 anos, escrevi uma crônica

03 com o título “Fiquei velho” ... Eu estava feliz quando escrevi.

04 Mas minha crônica provocou protestos. Muitos velhos não

05 gostam de ser chamados de “velhos”. Querem ser chamados

06 de “idosos”. [...] “Idoso” é a palavra que a gente encontra em

07 guichês de supermercado e banco: fila dos idosos,

08 atendimento preferencial. Recuso-me a ser definido por

09 supermercados e bancos. “Velho”, ao contrário, é palavra

10 poética, literária.

11 (Alves, Rubem. In: Quarto de Badulaques. São Paulo:

12 Parábola, 2003, p. 74)


Identifique o trecho no qual a substituição da palavra destacada, pela palavra “idoso(a)”, seria possível e NÃO provocaria alteração no sentido do texto:

  • “EURICÃO – Venham! Rá, rá! Então vocês queriam roubar ovelhoEuricão Árabe, hein? Euricão Engole-Cobra! Pois sim! Mas, se eu não cuido, as cobras é que vão me engolir.” (Trecho de “O santo e a porca”, de Ariano Suassuna, p. 41).
  • “Olhando seus cabelos tão bonitos, Beijo suas mãos e digo: Meu querido, meuvelho, meu amigo” (Erasmo Carlos e Roberto Carlos, 1979).
  • “E quando a gente foi criar a família, além de ela ser real, que tem as coisas chatas, brigas, diferenças de idade, que tivesse também humor, que saiba levar a vida com humor, porque isso vai criar uma simpatia maior para nossa marca. (...) Porque em geral a margarina é vendida para a dona-de-casa, nos seus quarenta ou cinquenta anos, e a imagem da velha que ela gostaria de ser é continuar como ela é, continuar jovem ou até mais. Então, a nossa velha do filme é umavelhabem moderna, tanto que ela tem namorado. [...]” (Depoimento de um publicitário, no artigo “O velho na Propaganda”, de Guita Grin Debert, publicado na Revista Cad. Pagu n. 21, 2003.).
  • “O velho era magro e seco, com profundas rugas na parte de trás do pescoço. As manchas castanhas do benigno cancro da pele que o sol provoca ao reflectir-se no mar dos trópicos viam-se-lhe no rosto. Tudo nele e dele eravelho, menos os olhos, que eram da cor do mar e alegres e não vencidos.” (Trecho de “O velho e o Mar”, Ernest Hemingway, p. 03, disponível em http://bibliotecadigital.puccampinas. edu.br/services/e-books/).
  • “Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega — tudo malandrovelho— começou a desconfiar da velhinha [...]” (Trecho de “A velha contrabandista”, Stanislaw Ponte Preta. In: Para gostar de ler, vol 8, Ática, 1991, p. 17).
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