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#3584355

Paciente não apresentou resposta completa à rádio e à quimioterapia para o carcinoma espinocelular anal, após 6 meses de seguimento. Sobre o caso descrito, a afirmativa CORRETA é:

  • A persistência isolada de um linfonodo inguinal com antecedente de radioterapia na região inguinal deve ser tratada com dissecção do linfonodo associada à amputação abdomino perineal e quimioterapia sistêmica.
  • A realização de nova biópsia de lesão remanescente é necessária, para confirmação de persistência da doença.
  • A persistência isolada de um linfonodo inguinal pode ser tratada com novo ciclo de radioterapia da região inguinal, com ou sem quimioterapia, desde que a amputação abdomino perineal seja uma ressecção R0.
  • A persistência de um linfonodo inguinal não é passível de cura, quando ocorre nesse caso.
  • A amputação do abdomino perineal é obrigatória, com ou sem linfadenectomia inguinal, a depender do acometimento dessa região.
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