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#3583862

Na gravidez múltipla, a gestação gemelar monocoriônica (MC) e a dicoriônica (DC) representam entidades completamente diferentes que compartilham alguns riscos maternos e obstétricos, mas o tipo e a gravidade da patologia fetal associada são marcadamente independentes. Consequentemente, os protocolos de controle clínico devem ser adequados a cada gravidez, de acordo com a corionicidade. Em relação à gravidez múltipla e ao cuidado no pré-natal, analise as assertivas a seguir:
I- As gestações dizigóticas são sempre DC/DA, com cada feto possuindo sua própria placenta e cavidade amniótica. Em contraste, a corionicidade das gestações monozigotia é determinada pelo tempo em que ocorre a divisão do óvulo fertilizado.
II- A corionicidade é melhor diagnosticada no ultrassom do 1º trimestre (entre 11 e 14 semanas), sendo que a presença do sinal do T é indicativo de gestação dicoriônica.
III- A medida do comprimento do colo uterino, no ultrassom de 2º Trimestre, para diagnóstico de colo curto e chance aumentada de parto pré-termo, é dispensada na gestação múltipla.
IV- Na gravidez monocoriônica, o controle com US-Doppler deve ser quinzenal, entre 16 e 26 semanas, para diagnóstico precoce da STFF e sequência de anemia-policitemia (TAPS).
V- A avaliação do crescimento fetal devido a risco aumentado de restrição de crescimento intrauterino (RCIU) deve ser mais frequente nas gravidezes gemelares.
Está CORRETO o que se afirma apenas em

  • I, II e IV.
  • I, II, IV e V.
  • I, IV e V.
  • IV e V.
  • I, II, III e V.
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