Paula, uma jovem de 26 anos, chega ao pronto-socorro com visível desconforto. Há dez dias, ela vem percebendo um
corrimento vaginal de odor desagradável e, nos últimos sete dias, o quadro piorou com o surgimento de uma dor persistente
no baixo ventre. Ela informa que utiliza um dispositivo intrauterino (DIU) de cobre há cerca de um ano. Embora negue
febre, vômitos ou diarreia, o corrimento e a dor estão afetando significativamente a sua qualidade de vida e rotina. Durante
o exame físico, o médico detecta um corrimento vaginal esverdeado e fétido. Paula apresenta dor à palpação abdominal
no baixo ventre e dor significativa à mobilização do colo uterino, além de sensibilidade à palpação dos anexos uterinos.
Com base nesse cenário clínico, qual a abordagem terapêutica mais adequada para garantir o tratamento eficaz e seguro
para Paula?
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