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#3277475

Todo processo de aprendizagem no âmbito escolar se pauta em objetivos, métodos e técnicas para garantir a apreensão do conteúdo de cada disciplina. Por mais que o Ensino Religioso tenha um caráter subjetivo, partindo do princípio da fé, enquanto disciplina curricular deve trabalhar com teorias e fundamentos teológicos e científicos. Evidentemente, isso não anula a perspectiva de reflexão e de multidisciplinaridade que coloca o Ensino Religioso numa relação com a filosofia, a ética, a política, a história, a geografia, a sociologia e a psicologia, sem esquecer da arte e da estética. A educação no Brasil tem sido analisada e avaliada como ineficaz, como produtora de resultados negativos e em crise pedagógica revelada, especialmente, pelo “fracasso escolar”. O que se verifica na realidade do cotidiano escolar é o desinteresse do aprendiz, cada vez mais crescente em termos estatísticos. Há aí uma necessidade de motivação? Sem dúvida, há. Em “Teoria psicológica & prática educacional”, McFarland, ao abordar o subtema “aprendizagem e motivação”, afirma que “motivação, aprendizagem, inteligência e memória são parecidas pelo menos quanto a um aspecto. Sua compreensão apropriada depende da consideração do que significam, tanto quanto do estudo de quaisquer dados experimentais acerca de como operam, como funções psicológicas. Isto pode parecer óbvio, quando afirmado em tantas palavras, mas é muito menos óbvio quando se sabe como muitas pessoas tratam esses conceitos como entidades distintas e quase como entidades físicas. De fato, os conceitos se sobrepõem consideravelmente e os dados a respeito das funções envolvidas requerem apreciação sutil.” Nesse contexto, qual das considerações que McFarland faz em relação à motivação e ao reforço para a aprendizagem corresponde à sua tese? 

  • É uma questão de pressionar alguns botões apropriados, de compreensão das circunstâncias nas quais as pessoas propõem ou aceitam vários propósitos para elas mesmas.
  • É observado que reforço significa necessariamente o mesmo que recompensa.
  • Inexiste um conjunto de simples indicações que, uma vez especificadas, capacitariam alguém a motivar as pessoas.
  • É importante que as pessoas adotem simplesmente a palavra “reforço” como substituto psicológico usual para o que de outro modo poderia ser “recompensa”.
  • É preciso acreditar que o uso do “reforço” dá a alguém uma compreensão muito profunda da motivação.
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