A 34.ª Bienal de Arte de São Paulo (2020-2021) foi intitulada “Faz escuro mas eu canto”, verso do poeta
amazonense Thiago de Mello, e ficou mais conhecida como a “Bienal dos Indígenas”, em função da expressiva
participação de artistas indígenas na mostra. Paralelamente à 34.ª Bienal foi realizada a exposição intitulada
Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea” que apresentou uma amostra da arte dos povos indígenas de várias
partes do Brasil sob a curadoria de um artista indígena. São artistas indígenas contemporâneos que participaram da exposição Moquém_Surarî:
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