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#3591713

Mulher de 46 anos com história de infecções urinárias recorrentes faz uma ultrassonografia abdominal/renal para avaliação complementar. Há 20 anos foi submetida à colecistectomia laparoscópica para cálculos da vesícula biliar. A US revela rins normais sem hidronefrose, porém observa-se uma sombra isolada incidental de 8 mm, sugerindo cálculo no ducto colédoco. O ducto colédoco tem 12 mm de diâmetro. Nega a ocorrência de dor na parte superior do abdome, porém recentemente surgiram náuseas e colúria, que ela pensou ser da infecção urinária recorrente. Ela também se queixa de prurido difuso. Os resultados das provas de função hepática são os seguintes: aspartato transaminase = 78 UI/l (normal, < 40 UI/l), alanina aminotransferase = 95 UI/l (< 45 UI/l), fosfatase alcalina = 235 UI/l (< 125 UI/l), bilirrubina direta = 3,2 mg/dl (< 1,0 mg/dl). Indique a melhor orientação para o caso relatado.

  • Fazer tomografia computadorizada com contraste para descartar tumor de cabeça de pâncreas.
  • Na ausência de dor abdominal, iniciar colestiramina para melhorar os parâmetros de função hepática e posteriormente indicar laparotomia para exploração de vias biliares.
  • Efetuar uma colangioressonância para confirmar o achado de cálculo no ducto colédoco.
  • Realizar colangiopancreatografia retrógrada endoscópica para tentativa de remoção de cálculo no ducto colédoco.
  • Indicar imediatamente laparotomia com exploração cirúrgica das vias biliares tendo em vista o risco eminente da paciente desenvolver colangite aguda quando terá que ser submetida a procedimento cirúrgico de emergência.
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