Dorme, ruazinha... É tudo escuro... E os meus passos, quem é que pode ouvi-los? Dorme o teu sono sossegado e puro, Com teus lampiões, com teus jardins tranquilos...
QUINTANA, Mário. Poesias. São Paulo: Ática, 2002, p. 29.
A estrofe acima, extraída do poema “Rua dos Cataventos II", apresenta
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