Sobre palavras, disse o poeta Pablo Neruda: “Persigo algumas palavras. São tão belas que quero colocá-las todas em meu poema... Agarro-as no voo, quando vão zumbindo, e capturo-as, limpo-as, aparo-as, preparo-me diante do prato, sinto-as cristalinas, vibrantes, ebúrneas, vegetais, oleosas, como frutas, como algas, como ágatas, como azeitonas.”
NERUDA, P. Confesso que vivi: Memórias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997 (Fragmento).
Assim, para ele, a palavra
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