Nós humanos, jogados no mundo, buscamos desde sempre um
sentido para a vida. Um sentido que não nos é dado, que não é
inato. Pelo contrário, é misterioso e fugaz. Por vezes, pode-se
interpretar que o sentido da vida nem sequer existe. Não passa
de um delírio exclusivamente humano. Um azar decorrente da
capacidade de pensar. Em uma vida que por si só não significa
nada, cabe a nós provê-la de valores e ideais. E isso, fazemos
desde sempre, quer com a religião, quer com a filosofia. Por
sermos racionais, nós mesmos precisamos guiar nossas vidas. E
precisamos saber o que é bom e o que é ruim.
(DAINEZI, Gustavo. Revista Filosofia, ano VI, Edição 63, setembro/2011, p. 62)
A versão do excerto “Por vezes, pode-se interpretar que o
sentido da vida nem sequer existe. Não passa de um delírio
exclusivamente humano” que não transgride regras da
norma culta está na opção:
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