A profissão de guiaintérprete é bastante recente em comparação com a de tradutor intérprete
de língua de sinais. Para regulamentar a atuação desse profissional, a FEBRAPILS define
atribuições que diferenciam essas duas profissões. Sobre essa temática, considere os
deveres explicitados nos itens abaixo. I Conhecer as diferentes formas de comunicação utilizadas pelas pessoas surdocegas.
II Manter contato com a família do beneficiário.
III Ter domínio das línguas envolvidas no processo interpretativo e tradutório.
IV Divulgar os conhecimentos inerentes a sua profissão em eventos científicos.
V Providenciar a alimentação do beneficiário ao atuar em eventos.
VI Ter conhecimento das especificidades atribuídas às pessoas surdocegas.
VII Descrever todos os aspectos visuais e auditivos durante o processo de tradução e
interpretação para o beneficiário.
VIII Facilitar a mobilidade do beneficiário. Dentre esses deveres, são exclusivos dos guiaintérpretes os que estão expressos nos itens
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