Mulher com 22 anos de idade, comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) acompanhada
da genitora, com histórico de esquizofrenia paranoide. A mãe relata que a filha interrompeu o
uso de clorpromazina, alegando que está engordando demais em decorrência do uso do
remédio, e se recusa a retornar ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) para continuidade
do tratamento. Na ocasião, a enfermeira reforçou a importância da continuidade do
tratamento e esclareceu mãe e filha acerca dos efeitos indesejados do uso de neurolépticos,
entre os quais estão a
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