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#2328903

Segundo dados do Ministério da Saúde, no período de 1º de julho de 2017 a 20 de fevereiro de 2018, foram confirmados 545 casos de febre amarela no país dentre 1.773 casos suspeitos, sendo que os estados com maior número de notificações foram São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. 

O surto de febre amarela representa também uma grave ameaça para os macacos. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, parte significativa dos primatas suscetíveis à doença está ameaçada de extinção, dentre eles, o bugio, o macaco-prego e o muriqui.

Tanto em humanos quanto em macacos, a doença pode causar infecção aguda e levar à morte.


MINISTÉRIO DA SAÚDE. Disponível em: http://portalms.saude.gov.br. Acesso em: 6 ago. 2018 (adaptado).

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Disponível em: http://www.mma.gov.br. Acesso em: 6 ago. 2018 (adaptado).


O vírus da febre amarela apresenta dois ciclos: o urbano e o silvestre. Pode-se afirmar que, no ciclo

  • urbano, cujos vetores podem ser dos gênerosAedes e Haemagogus, geralmente os sintomas se apresentam mais graves do que os observados no ciclo silvestre.
  • silvestre, a transmissão ocorre por meio da picada de mosquitos infectados pertencentes aos gênerosHaemagogus e Sabethes.
  • silvestre, ocorre a transmissão direta do vírus presente em macacos doentes às pessoas que entram em contato com eles.
  • urbano, a forma mais recomendada de impedir a transmissão é eliminar os macacos que se aproximem das cidades.
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