A chamada regra de Taylor tem sido usada freqüentemente, em suas diversas variantes, como uma função de reação do Banco Central do Brasil na determinação da taxa de juros de curto prazo. No que se refere ao funcionamento desta regra, julgue o item a seguir.
A regra de Taylor sugere que os pesos dados pela autoridade
monetária aos parâmetros g (referente ao hiato inflacionário)
e h (relativo ao hiato do produto) correspondam a 0,5.
Tomando como base esses parâmetros, supondo que a taxa
de inflação acumulada no ano em determinado período seja
3,0%, a meta de inflação do período, igual a 2,0%, o produto
real efetivo, 4,0% e o produto potencial estimado, 3,0%, e
taxa real de juros de equilíbrio, 2,0%, tem-se que a taxa de
juros nominal de curto prazo pela regra de Taylor deve ser
igual a 3,0%.
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