O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma visita
oficial de cinco dias à China. A comitiva presidencial incluiu
ministros, governadores, congressistas, dirigentes de estatais e
mais de 400 empresários. Em pronunciamento à nação, por
cadeia de rádio e televisão, o presidente destacou a relevância
que atribui à missão para o país e para seu governo. Além de
reunião de trabalho com o presidente Hu Jintao, quando foram
assinados vários acordos bilaterais em Pequim, Lula cumpriu
agenda bastante densa, que inclui encerramento do seminário
Brasil-China: comércio e investimentos. Perspectivas para o
século XXI, palestras e inaugurações. Em Xangai, o presidente
participou da Conferência do Banco Mundial sobre Combate à
Pobreza, teve encontro com o primeiro ministro Wen Jiabao e
encerrou o seminário Brasil-China: uma parceria de sucesso.
Lytton Leite Guimarães. China e Brasil. Tão bom assim?In:
Jornal da Comunidade, 29/5 a 4/6/2004, p. A3 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos relevantes do cenário mundial contemporâneo e da política externa atualmente empreendida pelo Brasil, julgue o item subseqüente.
Normalmente, a assinatura de contratos e ações voltadas para
o incremento das relações comerciais não fazem parte da
agenda de chefes de Estado e de governo em suas missões
internacionais, sendo essas ocasiões propícias, quase que
exclusivamente, ao debate dos grandes temas políticos
mundiais.
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