Na metade do ano, quando os principais campeonatos de
futebol da Europa chegam ao fim, os dirigentes brasileiros se
preparam para negociar com outros países o passe de jogadores
e, assim, tentar pagar algumas das dívidas dos clubes. Como
conseqüência, cresce o número de jogadores brasileiros que os
estrangeiros consideram gênios, mas que, no Brasil, ninguém
conhece. Pepe, seis anos atrás, aos 18 anos, teve o passe vendido
pelo Corinthians Alagoano, de Maceió, para o Marítimo, clube da
Ilha da Madeira, por 40 mil dólares; na semana passada, aos
24 anos, Pepe teve o passe comprado pelo Real Madrid por
30 milhões de euros
O Brasil vendeu o passe de 851 jogadores no ano
passado, o que representa um aumento de 200 atletas em relação
a 2002. Destes,
• 365 foram jogar na Europa Ocidental: aumento de 25%
em relação a 5 anos atrás;
• 127 foram jogar no Leste Europeu: aumento de 87%;
• 145 foram jogar na Ásia: aumento de 61%;
• 214 foram para a África, a Oceania, o Oriente Médio e
países americanos.
O maior exportador individual foi o Corinthians
Alagoano, que vendeu o passe de 19 jogadores.
Entre os clubes da 1. divisão, o São Paulo foi o maior a
exportador: 12 atletas para 9 países.
Thomaz Favaro. Craque de exportação. In:Veja,
n.º 2.017, 18/7/2007, p. 76 e 78 (com adaptações).
Com relação ao texto apresentado acima, julgue o item subsequente.
Escolhendo-se aleatoriamente um desses jogadores
brasileiros cujo passe foi vendido para o exterior em 2006,
a probabilidade de que ele tenha ido para a África,
a Oceania, o Oriente Médio ou países americanos
é inferior a 1/4.
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