A doença e a hospitalização impõem ao doente vivências de quebra de uma linha de continuidade da vida, das funções
desempenhadas no dia a dia, de certa previsibilidade sobre o futuro. O impacto da doença imobiliza e congela a existência e, em consequência, a relação do indivíduo doente com o mundo. É um tempo de supressão: difícil ligá-lo à vida
passada ou conectá-lo ao futuro.
BOTEGA, N. J. (org.). Prática psiquiátrica no hospital geral: interconsulta e emergência. Porto Alegre: Artmed, 2017. Adaptado.
Nesse sentido, essa quebra na linha de continuidade da vida, causada pelos processos de adoecimento e hospitalização,
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