Sou um homem comum de carne e de memória de osso e esquecimento. e a vida sopra dentro de mim pânica feito a chama de um maçarico e pode subitamente cessar. [...] Mas somos muitos milhões de homens comuns e podemos formar uma muralha com nossos corpos de sonho e margaridas.
GULLAR, Ferreira. Homem comum. Homem comum. Disponível em: < http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/repofegu.htm >. Acesso em: 20 mar. de 2012.
Nos versos em destaque, o sujeito poético
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