Paciente de 25 anos, sexo masculino, queixa-se de dificuldade para enxergar de longe, principalmente à noite. Refere que a dificuldade vem piorando progressivamente há cerca de 2 anos. Nega outras queixas oculares. Ao exame oftalmológico, apresenta acuidade visual sem correção de 20/200 em ambos os olhos, melhora com o teste de furo de estenopeico e refração de -3,00 DE esférico em ambos os olhos. Considerando o caso descrito, qual a principal hipótese diagnóstica e a conduta mais adequada?
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