Adolescente, feminino, 16 anos, tem asma grave
há 3 anos. Apesar de estar em uso de formoterol
24 mcg/dia e budesonida 1200 mcg/dia,
montelucaste 10 mg/dia e pelo menos 1 vez ao
mês usar corticóide oral, mantém sintomas de
sibilos e dispneia diários. Relato de estridor e
sensação de aperto na garganta. A espirometria
mostra a curva de fluxo-volume achatada na
inspiração/expiração. Qual é a mais provável
comorbidade associada à asma dessa paciente e
qual é o exame para a sua comprovação?
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