“Não existe nada que impeça as pessoas de escrecer em um, eu uma etc. Só não
devemos alegar que essas formas são mais “elegantes” ou mais “corretas” do que
num, numa etc., que estão registradas na língua há mais de 700 anos! Além do mais,
tem uma grande incoerência aí: se ninguém escreve em ela, em o, em esse, em aquela
etc., por que dar esse tratamento somente ao num?”
(BAGNO, Marcos. Gramática de bolso do português brasileiro. São Paulo:
Parábola Editorial, 2013, p. 293.) Conforme o que foi discutido no texto:
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