A ciência tem várias hipóteses e nenhuma certeza.
O que pouca gente sabe é que os pombos-correios só conhecem uma direção: o caminho de volta para casa. Eles
podem ser soltos em pontos a 900 quilômetros de distância, mas conseguem retornar ao local onde nasceram. “A
explicação mais provável indica que essas aves têm um
acúmulo de átomos de ferro no cérebro, que funciona
como uma bússola natural”, afirma o zoólogo Luiz Octávio Marcondes Machado, especialista em Ornitologia da
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Outros estudiosos sustentam que eles herdaram o sentido
de orientação das aves migratórias. [...] Ninguém descarta, no entanto, o papel desempenhado por sua aguçada
visão, que faz com que avistem um grão de milho a 200
metros de distância!
Alguns pesquisadores, por fim, defendem que as
aves usam como referência a posição do Sol, da Lua e das
constelações. Embora o mistério não esteja decifrado,
um fato é inegável: os pombos-correios são aves singulares. Constituem uma raça diferente dos pombos comuns:
embora semelhantes visualmente, apresentam uma estrutura corporal mais avantajada que ajuda a explicar a
incrível capacidade de voar até 800 quilômetros por dia
a velocidades superiores a 100 km/h. [...]
Analise o trecho: “... os pombos-correios são aves
singulares.” O vocábulo “singulares” pode ser substituído, sem prejuízo de sentido nesse contexto, por:
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