O processo de ruptura do maciço de solo onde se
apoia uma fundação direta pode ser considerado conforme esquematicamente mostra a Figura 3. Nessa figura,
pode-se observar que a superfície potencial de ruptura
do solo é composta por três diferentes regiões:
I. Região I: cunha imediatamente abaixo do elemento
de fundação, onde a superfície de ruptura apresenta um
trecho reto;
II. Região II: caracterizada pelo fato de a superfície potencial de ruptura apresentar a forma de uma espiral logarítmica e estar submetida a um estado de tensões passivas de Rankine;
III. Região III: caracterizada pelo fato de a superfície
potencial de ruptura apresentar um trecho reto e pela
cunha formada também estar submetida a um estado de
tensões passivas de Rankine.
Sobre as sentenças I, II e III, é possível afirmar que: