A atividade pode ser compreendida como instrumental
privilegiado na prática de terapeutas ocupacionais. As
concepções formuladas por autores norte-americanos tiveram
grande influência e ainda repercutem na formação de
terapeutas ocupacionais brasileiros. Gail Fidler e Jay Fidler,
partindo de uma perspectiva psicanalítica, compreendiam
que o uso da psicodinâmica das atividades ou dos objetos
conferem unidade ao campo da terapia ocupacional. Em
consequência, a análise de atividades, a partir desse
pressuposto, teria como propósito a compreensão das
características psicodinâmicas de uma determinada
atividade. Nos anos 1990, a terapeuta ocupacional Jô
Benetton elaborou uma das principais críticas a essa
concepção de atividade. De acordo com Castro e
colaboradoras (2004), em que consiste tal crítica?
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